sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Bairrismo???


Fechamos a semana em meio a demissão e admissão de ministros do governo Dilma. Alias os escândalos se sucedem e como já noticiamos aqui no canal da informação, no governo Dilma um ministro é substituído por conta de envolvimento em denuncias de fraude e corrupção a cada 50 dias. No ministério do esporte a situação se complica cada vez mais uma vez que o recém empossado Aldo Rebelo do PC do B tem seu nome citado em denuncia de que teria recebido verba de campanha da CBF, 12 horas após assumir o cargo. Ainda não argumento plausível que sustente a denuncia, mas Rebelo nem bem chegou e já o estão tentando acertar. Como se não bastasse isso a presidente Dilma agora consulta seus ministros da área de finanças e planejamento, para auxiliar financeiramente a Grecia que mergulhada numa crise financeira sem precedentes vem dando calotes a torto e direito. Enquanto isso no Brasil o pobrerio se vale de ações assistencialistas para se manter. É difícil entender que enquanto precisamos aqui de investimentos pesados nas áreas de saúde, educação, infra-estrutura, logística, e melhorias urgentes na prestação dos serviços públicos nossa presidente queira dispender recursos da poupança do Pais que é de 350 bilhões de dólares para comprar títulos públicos de um Pais Quebrado e que enfrenta assim como Espanha, Portugal e talvez daqui a Pouco a Italia, forte recessão. Este é o país dos Um trilhão e 300 bilhões de reais arrecadados em impostos até o próximo domingo. Este é o pais da Copa do mundo de 14 que como bem disse hoje o economista Argemiro Brum é uma canoa furada criada pela euforia política e fanfarronice do ex-presidente Lula que aos olhos do mundo era o cara, mas que para os seus não fez o bastante para diminuir as desigualdades sociais. Serão bilhões gastos sem precedentes para construção de estádios em estados que nem clubes da primeira divisão do futebol nacional tem. Tudo sem licitação e a toque de caixa. O dinheiro já está rolando por debaixo da ponte. Não se trata de fazer terra arrasada. Trata-se de defender a opinião de que antes de arrumar a sala do vizinho, precisamos limpar nossa cozinha e alcançar ao povo aquilo que ele precisa e espera de quem manda no País.

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