quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Muito interessante a entrevista do TITO no Jornal da Manhã

Foi durante a última sessão ordinária do Legislativo, realizada no início desta semana, que o nome de Maria da Paixão veio à tona. Segundo os vereadores da oposição, ela era um dos doze Cargos em Comissão da Mesa Diretora que nunca compareceu à Casa. Em entrevista ao Grupo JM de Comunicação, o ex-presidente Luiz Tito Varaschini nega qualquer irregularidade. E afirma, ainda, que Maria sempre "cruzava em seu gabinete".
O senhor confirma a denúncia feita pelos vereadores de oposição, que a servidora nunca foi vista na Casa?
Mas ela comparecia à Câmara, passava no meu gabinete... Acho que o importante, agora, é falar que todos os CC's foram exonerados no início deste ano, como determinou o Ministério Público. Inclusive, eu já tinha feito cinco cortes ao longo de 2011, para enxugar ainda mais a Casa.
Especificamente a Maria da Paixão, que função ela desempenhava na Mesa Diretora?
Ela fazia um trabalho no financeiro, conforme ela era chamada.
Era designada para vários trabalhos?
Sim, exatamente.
E ela comparecia todos os dias na Casa?
Sim, esporadicamente. Todo dia ela dava a cruzadinha dela, voltava. Eu também não estava atrás dela, já que tinha que cuidar de outros setores na Câmara Municipal.
Ao que o senhor atribui, então, a denúncia dos vereadores na última sessão?
Não sei. Eu, como presidente, encontrava com ela, até no meu gabinete. Eu até já estava pensando em colocar o relógio-ponto para acabar com qualquer suspeita. Mas acredito que a instalação será feita agora, com o novo presidente.
Os 17 CC's que compunham a Mesa Diretora, antes do corte, desempenhavam suas funções há três anos?
Olha, eu não sei. Eu só posso responder pelo período que estive à frente da Casa.
Mas o senhor chegou a fazer alterações no início de 2011, quando assumiu?
Algumas, mas não muitas.
Por fim, o senhor confirma que há uma indicação no Ministério Público por conta da suposta ausência dessa funcionária?
Eu só recebi essa denúncia na última sessão ordinária. O que me deixou bastante surpreso. Mas não fui comunicado pela Justiça.

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